Arquivo | Novembro, 2011

Você é que tipo de devedor?

16 Nov

Ser devedor é ter obrigação com alguém. Dever nem sempre é legal, pois muitas vezes não sabemos o tamanho da dívida e quando vemos isso se torna um problema na vida pessoal e profissional. Eu vi muitos amigos se endividarem e com isso perder o emprego, pois não era permitido ter o nome incluído no SPC ou SERASA. Vi muitos casamentos terminarem e suicídios acontecerem (muito triste)quando as pessoas não sabiam lidar com o fracasso financeiro pessoal. Então avalie em que tipo de devedor você se encaixa e não deixe o dinheiro ser maior que a sua vida:

DEVEDOR RACIONAL: Aquele que usa o cartão de crédito para pagar um jantar, comprar roupas e sapatos. Não perde o controle e não corre o risco do estabelecimento falar que há um problema com o cartão.  Controla o saldo e o pagamento é feito integralmente. O fluxo financeiro é sempre positivo.

DEVEDOR PONTUAL: Aquele que passa por algum tipo de evento como divórcio, acidente ou doença. Se o fato não tivesse ocorrido a dívida não existiria. O devedor pontual tem um histórico de crédito perfeito, sem atrasos e pagamentos do mínimo no cartão.

DEVEDOR SAZONAL:  Pessoa que em determinados períodos do ano adquirem dívidas, pois não se preparam para as sazonalidades como IPTU, IPVA, compras de Natal. Sempre corre para o cheque especial, empréstimos ou amigos, não tem reserva financeira.

DEVEDOR INGÊNUO: o famoso amigo de todos, ou seja o bobo. Esse devedor entra em um endividamento através de amigos, vira fiador ou faz compras no cartão para amigos e O amigo não paga. Como é uma dívida não esperada, nem sempre há reserva.

DEVEDOR HABITUAL: A dívida faz parte da vida. Essa pessoa não confia na habilidade de poupar, prefere não adiar as compras e acredita que só se conquista algo através do endividamento. Conhecido por emendar uma dívida na outra. Verifica e fica contando as prestações no cartão de crédito de alguma compra para adquirir algo novo, que só está esperando a disponibilidade de limite.

DEVEDOR COMPULSIVO: O marketing ama essa pessoa, alvo principal. Se endivida até o pescoço, continuamente, sem objetivos, por impulso, compulsão, tristeza, depressão, falta de namorado (a), ter engordado, ter emagrecido, qualquer motivo. O importante é consumir. Ah, esqueci das justificativas, são sempre: “EU MEREÇO”, “EU PRECISO”. Que mulher não passa em frente a uma vitrine e fala que precisa de um sapato maravilhoso naquele momento. Eu confesso ter ficado sem dormir sonhando com uma bolsa que me marido impediu a compra, no dia seguinte corri para a loja e adquiri, uma sensação gostosa que passou rápido até visualizar a próxima compra. Não me encaixo aqui, mas já tive momentos de “eu mereço”, “eu preciso”.

Eu sou a favor do uso do cartão de débito, ensinamentos do meu pai. Se não possuo dinheiro para comprar algo, junto e depois compro. Imprevistos acontecem e não quero ficar sem dormir. Mas se tem o hábito do cartão de crédito, seja um devedor racional e aplique o dinheiro dependendo da quantia que deixou de pagar a vista.

Dica: guarde sempre 20% da sua renda líquida mensal para qualquer emergência!!!

Compro original, fake ou réplica?

8 Nov

Hoje ouvindo uma conversa na barca em que duas amigas falavam sobre o consumo das réplicas, resolvi escrever sobre o assunto.

A diferença entre  imitação (fake) e réplica, a primeira é algo parecido com o original. O material não tem qualidade e durabilidade. Há diferença de cor da original e conseguimos identificar de longe pela etiqueta. A réplica é um produto mais caro que o anterior, bem parecido com o original, podendo até ser confundido. O material tem mais durabilidade.

O ser humano busca a todo o momento estar na moda, seguir tendências. Há a necessidade de distinção, de realce a individualidade e com isso cenário entre classes sociais. As classes A e B buscam o conforto no que acontece nas passarelas internacionais, inspirações no outro visto como superior. A classe C que pode adquirir muitos produtos que antes eram só sonhados e agora são realizados, buscam inspirações da moda na classe acima, não comprando réplicas ou cópias. Mas parcelando em quantas vezes a loja permitir o original. Em anos anteriores poderia dizer que somente as classes D e E adquirem as fakes ou réplicas. O cenário mudou conforme várias pesquisas recentes que mostram outros grupos comprando devido o preço e a descartabilidade do produto da moda. Uma bolsa que custa R$20.000,00 na loja, em ambulantes o valor é de R$70,00. A qualidade do produto é duvidável, não tem uma boa durabilidade.

Uma história que aconteceu comigo sobre um perfume que comprei no Ebay. Comprei achando que se tratava do verdadeiro. Quando meu perfume chegou o cheiro era totalmente diferente do original. O valor era mais acessível do que no Brasil, mas a embalagem tinha diferença. Não quero repetir a experiência.

Em 2009 o mercado de produtos falsificados já tinha crescido dez vezes, segundo a Época Negócios e as grifes já brigavam contra o luxo de mentira, com a divulgação nos veículos de comunicação, tenho a certeza que o número aumentou.

Usar ou não usar fake?

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