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Os 10 mandamentos de um orçamento equilibrado

14 Ago


Ter um orçamento equilibrado hoje é tarefa árdua para muita gente, pois a mídia nos bombardeia a cada segundo com uma nova possibilidade de consumo. Quem aguenta e consegue guardar os 30 ou 20% do salário? Só malabarista!!!

A verdade é que precisamos do Querer+Força de Vontade+Planilha financeira, assim…tudo dá certo! Acreditem! Compartilho 10 dicas valiosas para ter um orçamento equilibrado. Você pode ser um equilibrista!!!

 

1- Planeje seus gastos para conhecer seus limites de consumo

2- Controle seus impulsos de consumo

3- Não tenha um padrão de vida maior do que suas posses

4- Não pague juros maiores do que os que recebe de seus investimentos

5- Poupe para garantir aquisições futuras

6- Jamais despreze a inflação

7- Resista à tentação de gastar a poupança que garantirá sua velhice

8- Informe-se bem antes de investir

9- Jamais despreze pequenos valores

10- Jamais despreze uma boa negociação de preços

 

Site: http://www.maisdinheiro.com.br

“Prazer, eu sou a Coisa”

16 Jan

EU, ETIQUETA

“Em minha calça está grudado um nome
Que não é meu de batismo ou de cartório
Um nome… estranho.
Meu blusão traz lembrete de bebida
Que jamais pus na boca, nessa vida,
Em minha camiseta, a marca de cigarro
Que não fumo, até hoje não fumei.
Minhas meias falam de produtos
Que nunca experimentei
Mas são comunicados a meus pés.
Meu tênis é proclama colorido
De alguma coisa não provada
Por este provador de longa idade.
Meu lenço, meu relógio, meu chaveiro,
Minha gravata e cinto e escova e pente,
Meu copo, minha xícara,
Minha toalha de banho e sabonete,
Meu isso, meu aquilo.
Desde a cabeça ao bico dos sapatos,
São mensagens,
Letras falantes,
Gritos visuais,
Ordens de uso, abuso, reincidências.
Costume, hábito, permência,
Indispensabilidade,
E fazem de mim homem-anúncio itinerante,
Escravo da matéria anunciada.
Estou, estou na moda.
É duro andar na moda, ainda que a moda
Seja negar minha identidade,
Trocá-la por mil, açambarcando
Todas as marcas registradas,
Todos os logotipos do mercado.
Com que inocência demito-me de ser
Eu que antes era e me sabia
Tão diverso de outros, tão mim mesmo,
Ser pensante sentinte e solitário
Com outros seres diversos e conscientes
De sua humana, invencível condição.
Agora sou anúncio
Ora vulgar ora bizarro.
Em língua nacional ou em qualquer língua
(Qualquer principalmente.)
E nisto me comparo, tiro glória
De minha anulação.
Não sou – vê lá – anúncio contratado.
Eu é que mimosamente pago
Para anunciar, para vender
Em bares festas praias pérgulas piscinas,
E bem à vista exibo esta etiqueta
Global no corpo que desiste
De ser veste e sandália de uma essência
Tão viva, independente,
Que moda ou suborno algum a compromete.
Onde terei jogado fora
Meu gosto e capacidade de escolher,
Minhas idiossincrasias tão pessoais,
Tão minhas que no rosto se espelhavam
E cada gesto, cada olhar
Cada vinco da roupa
Sou gravado de forma universal,
Saio da estamparia, não de casa,
Da vitrine me tiram, recolocam,
Objeto pulsante mas objeto
Que se oferece como signo dos outros
Objetos estáticos, tarifados.
Por me ostentar assim, tão orgulhoso
De ser não eu, mas artigo industrial,
Peço que meu nome retifiquem.
Já não me convém o título de homem.
Meu nome novo é Coisa.
Eu sou a Coisa, coisamente.”

Carlos Drummond de Andrade

Você é que tipo de devedor?

16 Nov

Ser devedor é ter obrigação com alguém. Dever nem sempre é legal, pois muitas vezes não sabemos o tamanho da dívida e quando vemos isso se torna um problema na vida pessoal e profissional. Eu vi muitos amigos se endividarem e com isso perder o emprego, pois não era permitido ter o nome incluído no SPC ou SERASA. Vi muitos casamentos terminarem e suicídios acontecerem (muito triste)quando as pessoas não sabiam lidar com o fracasso financeiro pessoal. Então avalie em que tipo de devedor você se encaixa e não deixe o dinheiro ser maior que a sua vida:

DEVEDOR RACIONAL: Aquele que usa o cartão de crédito para pagar um jantar, comprar roupas e sapatos. Não perde o controle e não corre o risco do estabelecimento falar que há um problema com o cartão.  Controla o saldo e o pagamento é feito integralmente. O fluxo financeiro é sempre positivo.

DEVEDOR PONTUAL: Aquele que passa por algum tipo de evento como divórcio, acidente ou doença. Se o fato não tivesse ocorrido a dívida não existiria. O devedor pontual tem um histórico de crédito perfeito, sem atrasos e pagamentos do mínimo no cartão.

DEVEDOR SAZONAL:  Pessoa que em determinados períodos do ano adquirem dívidas, pois não se preparam para as sazonalidades como IPTU, IPVA, compras de Natal. Sempre corre para o cheque especial, empréstimos ou amigos, não tem reserva financeira.

DEVEDOR INGÊNUO: o famoso amigo de todos, ou seja o bobo. Esse devedor entra em um endividamento através de amigos, vira fiador ou faz compras no cartão para amigos e O amigo não paga. Como é uma dívida não esperada, nem sempre há reserva.

DEVEDOR HABITUAL: A dívida faz parte da vida. Essa pessoa não confia na habilidade de poupar, prefere não adiar as compras e acredita que só se conquista algo através do endividamento. Conhecido por emendar uma dívida na outra. Verifica e fica contando as prestações no cartão de crédito de alguma compra para adquirir algo novo, que só está esperando a disponibilidade de limite.

DEVEDOR COMPULSIVO: O marketing ama essa pessoa, alvo principal. Se endivida até o pescoço, continuamente, sem objetivos, por impulso, compulsão, tristeza, depressão, falta de namorado (a), ter engordado, ter emagrecido, qualquer motivo. O importante é consumir. Ah, esqueci das justificativas, são sempre: “EU MEREÇO”, “EU PRECISO”. Que mulher não passa em frente a uma vitrine e fala que precisa de um sapato maravilhoso naquele momento. Eu confesso ter ficado sem dormir sonhando com uma bolsa que me marido impediu a compra, no dia seguinte corri para a loja e adquiri, uma sensação gostosa que passou rápido até visualizar a próxima compra. Não me encaixo aqui, mas já tive momentos de “eu mereço”, “eu preciso”.

Eu sou a favor do uso do cartão de débito, ensinamentos do meu pai. Se não possuo dinheiro para comprar algo, junto e depois compro. Imprevistos acontecem e não quero ficar sem dormir. Mas se tem o hábito do cartão de crédito, seja um devedor racional e aplique o dinheiro dependendo da quantia que deixou de pagar a vista.

Dica: guarde sempre 20% da sua renda líquida mensal para qualquer emergência!!!

Compro original, fake ou réplica?

8 Nov

Hoje ouvindo uma conversa na barca em que duas amigas falavam sobre o consumo das réplicas, resolvi escrever sobre o assunto.

A diferença entre  imitação (fake) e réplica, a primeira é algo parecido com o original. O material não tem qualidade e durabilidade. Há diferença de cor da original e conseguimos identificar de longe pela etiqueta. A réplica é um produto mais caro que o anterior, bem parecido com o original, podendo até ser confundido. O material tem mais durabilidade.

O ser humano busca a todo o momento estar na moda, seguir tendências. Há a necessidade de distinção, de realce a individualidade e com isso cenário entre classes sociais. As classes A e B buscam o conforto no que acontece nas passarelas internacionais, inspirações no outro visto como superior. A classe C que pode adquirir muitos produtos que antes eram só sonhados e agora são realizados, buscam inspirações da moda na classe acima, não comprando réplicas ou cópias. Mas parcelando em quantas vezes a loja permitir o original. Em anos anteriores poderia dizer que somente as classes D e E adquirem as fakes ou réplicas. O cenário mudou conforme várias pesquisas recentes que mostram outros grupos comprando devido o preço e a descartabilidade do produto da moda. Uma bolsa que custa R$20.000,00 na loja, em ambulantes o valor é de R$70,00. A qualidade do produto é duvidável, não tem uma boa durabilidade.

Uma história que aconteceu comigo sobre um perfume que comprei no Ebay. Comprei achando que se tratava do verdadeiro. Quando meu perfume chegou o cheiro era totalmente diferente do original. O valor era mais acessível do que no Brasil, mas a embalagem tinha diferença. Não quero repetir a experiência.

Em 2009 o mercado de produtos falsificados já tinha crescido dez vezes, segundo a Época Negócios e as grifes já brigavam contra o luxo de mentira, com a divulgação nos veículos de comunicação, tenho a certeza que o número aumentou.

Usar ou não usar fake?

Comprar Dior ou Impala?

23 Set

A cada dia a marca de algum produto ou serviço fala mais alto. A compra de um simples esmalte resultou nesse texto. Uma amiga comprou um Dior e eu uma cor similar da marca Impala, valores R$75,00 e R$2,50 respectivamente. Perguntei a pessoa o por que da aquisição e a mesma respondeu o que importava era a grife. Mas quem saberia que ela usava um Dior nas unhas? Além de esmaltes, vemos a mesma situação em roupas, sapatos e bolsas. Até os serviços têm a mesma importância para os consumidores.

Carmem Carril ( 2007) fala que a marca passou a ser percebida como uma vantagem competitiva por criar associações de promessas e sentimentos junto ao consumidor. A marca gera um sentimento de felicidade, inserção em uma tribo que é um sonho fazer parte, mas que não corresponde a situação atual financeira.  Com a rede social, ficou mais fácil a divulgação de como você quer ser vista.

Há a justificativa da qualidade do produto. Concordo que em alguns sejam superior, mas não há uma decisão de compra pelo atributo e sim pela sensação de usar um Dior, Channel, Balenciaga ou Missoni.

As empresas utilizam várias maneiras para atraírem o público que ainda não faze parte da fatia de mercado. Uma delas e super atual é contratar blogueiras de moda, ótima estratégia, pois o público feminino antenado nas mídias sociais, acompanham diariamente o que as meninas usam e indicam. A empresa Schutz apostou ano passado em catálogos e revistas repletos dessas meninas. Deu muito certo, repetiram esse ano, outras marcas enviam seus produtos como brindes e elas divulgam nos blogs. Há números expressivos de dúvidas e agradecimentos pelas sugestões. Eu sou uma que já comprei alguns produtinhos devido à postagem lida. Amo as dicas! Becky Bloom enlouquecida. Essa estratégia rende prestígio e muitos brindes para as meninas. Mais um artificio usado para que consumamos produtos de “marcas” não pela qualidade e sim pelo status.

Enquanto alguns compram um Dior, eu compro vários Impalas.

“Ser é ter e o ser se inicia com uma posse”

18 Ago

 

Por que o Ter é tão fundamental? A posse de algo se tornou inevitável na vida do ser humano. As mulheres são os alvos principais das ações de marketing porque são mais sensíveis e essa sensibilidade é atacada a todo o momento. O consumir se tornou hábito diário. O sonho do cidadão não é mais por um mundo melhor, sem pobreza, com educação. Agora é de comprar carro, bolsa, roupa da moda e televisão 3D.

Quando foi que nos transformaram em máquinas de aquisições? Por que paramos de pensar e deixamos o marketing das empresas nos guiarem? Ficamos cegos pelo querer algo. O ajudar ao outro se tornou pó diante do sonho de ter um tablet.  A exibição de possuir milhares de bolsas se tornou pó diante de doar a uma pessoa que não tem qualquer. O que o status fez com o ser humano é triste, marionete das mídias.

Segundo Bonder (2006), um mundo onde o poder é medido pela capacidade aquisitiva; onde o entretenimento e a celebração acontecem em shoppings; onde os sonhos se traduzem em consumo; onde os sentidos e tendências partem do mercado.

 

O Vivo se tornou Morto. O amor ao próximo se tornou poder. Alienação é a palavra da moda.

O querido cartão de crédito

14 Jun

O cartão de crédito é o melhor amigo de qualquer pessoa, das mulheres então… best forever. Foi a melhor invenção, Becky Bloom eterna. Se estamos deprimidos compramos, se estamos felizes também.Como resistir a nova coleção na vitrine quando vamos ao shopping, como não comprar aquele sapato que é tudo na vida e aquele vestido que foi feito especialmente para você.  O mundo da moda conspira contra o nosso bolso. Quem nunca viu uma mulher passar com uma bolsa maravilhosa, correu para alcançar, enxergou a marca e foi até a loja adquirir o bem mais precioso naquele momento? Nós somos escravas do consumo, ele nos chicoteia constantemente. A dor é maravilhosa, melhor que comer chocolate.

A advertência é o PARCELAMENTO, ato perigoso que leva a pessoa ao suicídio financeiro. Quem não gosta de dividir suas compras em parcelas quase imperceptíveis? O rompimento definitivo da relação ocorre quando há o PAGAMENTO DO MÍNIMO.  Morte! Devemos tomar muito cuidado com o DINHEIRO DE PLÁSTICO, ele não sai na hora da nossa conta, mas deixa um buraco enorme no próximo mês.

 

Vocês querem conhecer a história do cartão de crédito? Cliquem: http://pt.wikipedia.org/wiki/Cart%C3%A3o_de_cr%C3%A9dito

$$$ I was born…$$$

27 Abr

Primeiro post!!Muito feliz. O consumo é algo que amo, quem não ama? Descobri desde pequena o ato maravilhoso. A faculdade abriu portas, para que após alguns anos eu estudasse antropologia voltada para consumo. Leio vários livros sobre o assunto e mudei a minha forma compulsiva? Não. Complicado deixar de comprar, pensei fazer terapia, mas achei uma forma que não custará tanto $$$…dividir o assunto com você. Está convidado a discutir a abordagem do blog. Quem consome todos os dias levante a mão!!!

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