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As 5 etapas do Planejamento Financeiro

31 Ago

Hoje é aniversário de uma pessoa que admiro muito, que me fez ter curiosidade e vontade em investir na Bolsa de Valores e que além do meu pai, me ensinou a guardar dinheiro e fazer planejamento financeiro: Warren Buffett. Um homem que desde pequeno tinha interesse em fazer, reservar dinheiro e realizar sonhos. Por isso, quero compartilhar algumas dicas importantes que encontrei no site da Infomoney que são as 5 etapas do Planejamento Financeiro:

1. Convencimento pessoal: a primeira etapa é uma das mais importantes, é nela que a pessoa começa a se dar conta sobre a importância de manter as finanças em ordem para conseguir realizar sonhos. Nesta fase é preciso realizar uma mudança radical no método de pensar e agir com as finanças.

2. Conhecimento financeiro: nesta etapa a pessoa precisa avaliar qual é seu conhecimento técnico sobre as finanças e a importância da disciplina em relação à elas. Nesta fase será possível conhecer o conceito de educação financeira e o que leva um indivíduo a ter sucesso ou fracasso financeiro.

3. Definição de objetivos: enquanto nas duas primeiras etapas o objetivo é entender a importância da educação financeira e aprender sobre o conhecimento técnico, nesta fase, o foco é definir o que se quer conquistar ao longo da vida, como casa ou carro. Com os objetivos em mente, será mais fácil para a pessoa controlar os gastos desnecessários.

4. Mudança de hábitos: hora de mudar todos os hábitos ruins e sair definitivamente de qualquer endividamento ou incapacidade de poupar dinheiro.

5. Investimentos: nesta fase, a pessoa já está pronta para investir em aplicações que gerem bom retorno financeiro. O autor explica que nesta fase é possível aprender a observar as oportunidades e avaliar os riscos existentes dentro do mercado imobiliário, financeiro e do negócio próprio.

E para finalizar, uma citação do Buffett: “Você só precisa ter pouquíssimos acertos, contanto que não cometa erros demais”

Você é que tipo de devedor?

16 Nov

Ser devedor é ter obrigação com alguém. Dever nem sempre é legal, pois muitas vezes não sabemos o tamanho da dívida e quando vemos isso se torna um problema na vida pessoal e profissional. Eu vi muitos amigos se endividarem e com isso perder o emprego, pois não era permitido ter o nome incluído no SPC ou SERASA. Vi muitos casamentos terminarem e suicídios acontecerem (muito triste)quando as pessoas não sabiam lidar com o fracasso financeiro pessoal. Então avalie em que tipo de devedor você se encaixa e não deixe o dinheiro ser maior que a sua vida:

DEVEDOR RACIONAL: Aquele que usa o cartão de crédito para pagar um jantar, comprar roupas e sapatos. Não perde o controle e não corre o risco do estabelecimento falar que há um problema com o cartão.  Controla o saldo e o pagamento é feito integralmente. O fluxo financeiro é sempre positivo.

DEVEDOR PONTUAL: Aquele que passa por algum tipo de evento como divórcio, acidente ou doença. Se o fato não tivesse ocorrido a dívida não existiria. O devedor pontual tem um histórico de crédito perfeito, sem atrasos e pagamentos do mínimo no cartão.

DEVEDOR SAZONAL:  Pessoa que em determinados períodos do ano adquirem dívidas, pois não se preparam para as sazonalidades como IPTU, IPVA, compras de Natal. Sempre corre para o cheque especial, empréstimos ou amigos, não tem reserva financeira.

DEVEDOR INGÊNUO: o famoso amigo de todos, ou seja o bobo. Esse devedor entra em um endividamento através de amigos, vira fiador ou faz compras no cartão para amigos e O amigo não paga. Como é uma dívida não esperada, nem sempre há reserva.

DEVEDOR HABITUAL: A dívida faz parte da vida. Essa pessoa não confia na habilidade de poupar, prefere não adiar as compras e acredita que só se conquista algo através do endividamento. Conhecido por emendar uma dívida na outra. Verifica e fica contando as prestações no cartão de crédito de alguma compra para adquirir algo novo, que só está esperando a disponibilidade de limite.

DEVEDOR COMPULSIVO: O marketing ama essa pessoa, alvo principal. Se endivida até o pescoço, continuamente, sem objetivos, por impulso, compulsão, tristeza, depressão, falta de namorado (a), ter engordado, ter emagrecido, qualquer motivo. O importante é consumir. Ah, esqueci das justificativas, são sempre: “EU MEREÇO”, “EU PRECISO”. Que mulher não passa em frente a uma vitrine e fala que precisa de um sapato maravilhoso naquele momento. Eu confesso ter ficado sem dormir sonhando com uma bolsa que me marido impediu a compra, no dia seguinte corri para a loja e adquiri, uma sensação gostosa que passou rápido até visualizar a próxima compra. Não me encaixo aqui, mas já tive momentos de “eu mereço”, “eu preciso”.

Eu sou a favor do uso do cartão de débito, ensinamentos do meu pai. Se não possuo dinheiro para comprar algo, junto e depois compro. Imprevistos acontecem e não quero ficar sem dormir. Mas se tem o hábito do cartão de crédito, seja um devedor racional e aplique o dinheiro dependendo da quantia que deixou de pagar a vista.

Dica: guarde sempre 20% da sua renda líquida mensal para qualquer emergência!!!

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